
Olá!
Bem, estou feliz com o novo blog e também porque temos um seguidor, não é lá aquelas coisas, mas para mim é importante, pois, eu decidi voltar para o zero e começar tudo de novo.
Enfim, hoje eu trago duas lendas urbanas, eu queria mostrar para vocês, achei interessante trazer ao blog, a primeira é das Risadas na Madrugada e a outra é A Casa do Fim da Rua. Clique em leia mais para se assustarem
ou não...
Risadas na Madrugada
"Havia um casal que tinha acabado de se casar e se mudar pro novo lar. No quarto de casal ainda não tinha decoração, só a cama e o guarda-roupa. Então resolveram passar numa feira pra comprar alguns objetos. Aí acharam um par de quadros. O primeiro era o rosto de uma menina e o segundo, de um menino. Levaram e colocaram na parede em frente à cama. Nessa noite, de repente o marido acorda com umas risadinhas. Ele cutuca a mulher e pede pra ela parar de rir, que ele queria dormir. Mas não era ela. Ele pensou que a mulher era sonâmbula e voltou a dormir. Na noite seguinte, ouviram mais risadas, mais nítidas. A mulher também tinha acordado. Acenderam a luz e não viram nada de estranho. Na outra noite, foram acordados com risadas infantis e barulhos de passos correndo no carpete. Quando o marido acendeu a luz, olharam pra parede e tomaram um susto: os meninos não estavam nos quadros! Neles, só haviam duas paisagens melancólicas..."
A Casa do Fim da Rua
"Luís Cláudio e Carla eram recém casados. Procurando um lugar para estabelecer seu lar, depararam-se com uma casa antiga, com dois pavimentos, terreno arborizado, numa tranquila rua sem saída. Algumas reformas eram necessárias, pois fazia anos que ela não era habitada, mas o preço era realmente de ocasião. Visitaram-na duas vezes, e ficaram seduzidos não só pelo negócio mas pelo charme e detalhes da casa. Mandaram logo uma firma fazer as reformas necessárias. Luís Cláudio acompanhava, sempre que podia, os trabalhos. Numa das vezes que ele lá estava, foi abordado por José Venâncio, um simpático senhor, vizinho que morava umas casas além da sua. Luís Cláudio logo estava na casa de Venâncio, conhecendo sua esposa, seus cachorros e peixes. Ficou até o jantar e logo ele e Carla ficariam íntimos do casal Venâncio. Nesse ponto, Venâncio perguntou se eles não sabiam o que se falava de sua nova casa. “O que se fala? O terreno tem problemas?” “Não, muitos dizem que ela é assombrada”, disse gravemente Venâncio. “Ah, mas isso é fantasia, não existem fantasmas”, falou Luís Carlos. “Espero que vocês estejam certos, mas já vimos três famílias se mudarem de lá, num prazo de sete anos, embora nunca tivéssemos sabido o que aconteceu” retorquiu Venâncio. Luís Cláudio e Carla não levaram isso em conta. Duas semanas depois estavam definitivamente instalados na casa no fim da rua. A vida transcorreu normal por um ano e meio. Nesse período nasceu uma filha, os negócios prosperaram e a amizade com os Venâncio estava cada vez mais sólida. Foi quando numa noite de novembro eles ouviram algo estranho em casa : um gemido baixo, que parecia vir da sala. Não podia ser a filha, que dormia no mesmo quarto que eles, e era um som de um adulto. Foram verificar, mas nada encontraram. O som voltou na noite seguinte, e nas noites seguintes, cada vez mais forte. Logo, além dos gemidos, eles ouviam gritos de dor, desesperados, assustadores. Pelo menos entre uma e três da madrugada ninguém dormia na casa, nem o casal nem o bebê. Luís Cláudio desconfiou que fosse uma brincadeira de alguém, não passava pela sua cabeça que o que Venâncio tinha dito fosse verdade. Fantasmas? Ora, tolice. Mas a situação tornava-se mais delicada: a criança não mais comia, dormia muito pouco, parecia debilitada, mas nenhum médico conseguia diagnosticar o que ela tinha. A casa dos sonhos parecia mais um pesadelo, agora. Luís Cláudio não sabia mais o que fazer. Um velho amigo, Eduardo, que trabalhava com ele, notou seu ar abatido e puxou conversa: “Cláudio, que é que você tem?” “É uma longa história”. “Então você me conta no almoço, eu pago o seu”. Durante o almoço, Luís Cláudio desabafou. Desfiou sua perplexidade com o que acontecia. Tudo estava piorando, sua esposa agora estava nervosa, as coisas caíam durante a noite, ele mesmo começava a sentir um mal estar quando anoitecia. Eduardo ouviu tudo calado. Quando Luís Cláudio terminou, ele perguntou: “Você viu algo estranho?” “Nada. Tudo é um mistério” . “Então, se você permitir, este fim de semana vou passar uma noite em sua sala e tentar saber o que está acontecendo”. Era uma quinta-feira. Naquela noite, Luís Cláudio e Carla foram dormir cedo, não eram nem nove horas. Por volta das onze e quarenta, ele sentiu uma sensação terrível e resolveu levantar. Para passar o tempo, foi assistir televisão na sala. Ao chegar lá, ele ligou a TV e dirigiu-se para a poltrona, mas algo o fez virar para a parede oposta. Lá estava algo realmente pavoroso: uma face desfigurada pela dor aparecia, como se desenhada ou projetada na parede, e uma voz sepulcral gemeu alto e disse: “Tirem-me daqui”. Luís Cláudio ficou paralisado, só o instinto o fez correr da sala, acordar a esposa, pegar a filha e fugir da casa. Bateram na casa de Venâncio e contaram tudo. Venâncio disse: “Vamos lá agora, pelo menos trancamos a casa e amanhã vemos o que podemos fazer”. Ao amanhecer, disse Luís Cláudio: “ Vou resolver isso a todo custo. Um amigo meu disse que se eu visse algo o chamasse. Vou ligar para ele”. Eduardo estava no trabalho e prometeu que assim que o expediente encerrasse, iria para lá. No começo da noite, Eduardo chegou. Luís Cláudio contou-lhe tudo que viu e perguntou o que ele podia fazer. “Sou médium. Tentarei ver o que acontece em sua casa”. Ficaram só ele, Luís Cláudio e Venâncio, ouvindo atentamente cada ruído. Até a meia noite, nada. Por volta da primeira hora da manhã, eles começaram a ouvir os gemidos e, lentamente, a horrível face começou a se delinear na parede. Eduardo , calmamente, acompanhou tudo e perguntou: “O que você quer? Quem é você?” Só teve como resposta gemidos. Ele insistiu e, na terceira vez que perguntou, a voz que Luís Cláudio já tinha ouvido falou: “Me tirem daqui, estou presa, quero sair”. “Quem é você?” , perguntou Eduardo, duas outras vezes até obter resposta: “Sou Lucila, me tire daqui”. “Por que você está aqui?” (Silêncio) Após uma tensa pausa, Eduardo reiniciou: “Por que você não sai daqui?” “Estou presa, me tirem daqui. Quero descansar, há quinze anos quero descanso”. “Vamos tirar você daqui. Vamos rezar por você”. Isso acalmou a voz, os gemidos diminuíram até cessar e a face desapareceu. Chocados com o que acabaram de ver, decidiram no dia seguinte escavar a parede onde a face aparecera. Venâncio foi à Biblioteca Pública pesquisar nos jornais antigos o que acontecera quinze anos atrás. Voltou pálido, na mesma hora que os outros terminavam de abrir a parede. Ossos, restos de roupas e correntes eram a prova macabra do que o jornal contara quinze anos antes: a terrível história de como um juiz aposentado tinha seduzido uma criada e, ameaçado de chantagem, levara-a até aquela casa e, com a ajuda de um motorista do tribunal, aprisionara-a e a esfaqueara. O motorista confessara crime, um escândalo na sociedade, afinal o juiz tinha uma aura de seriedade, honestidade, sendo inclusive evangélico. O corpo, porém, jamais fora encontrado, e o caso fora abafado. A única coisa que aquele espírito desesperado queria, Luís Cláudio, Eduardo e Venâncio finalmente lhe deram, uma sepultura cristã. Luís Cláudio, todavia, vendeu a casa. Mudou-se para um apartamento perto dali. Venâncio morreria três anos depois. Eduardo conseguiu uma promoção e foi transferido para outra cidade. Guardaram segredo absoluto do mistério da casa no fim da rua.
A primeira realmente não me impressionou, apenas me fez, seilá, nada. A segunda chegou a me assustar um pouco. Que bom que não há nenhuma rua sem saída aqui perto KKK,
ResponderExcluirbezzo, sarah
http://svt-pistache.blogspot.com.br/
Eu gosto mais da segunda, a primeira não mete medo mesmo!
ExcluirAqui perto tem uma rua sem saída eu nunca fui até a última casa, tenho medo!
Beijos!